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Reduzir os custos com perdas judiciais não é impossível. Descubra como!

A Justiça pode até ser a alternativa mais comum e utilizada para recuperar as dívidas dos seus clientes, pois depende apenas de saber designar um advogado qualificado para cuidar do caso.

Porém, é necessário analisar com carinho a situação, pois nem sempre o que é mais fácil, será mais barato, vantajoso ou não implicará perdas judiciais.

 

Na verdade, os custos com perdas judiciais neste tipo de ação, principalmente se você estiver lidando com várias delas em curso, torna-se bastante significativo. Olhando com mais atenção, você pode descobrir que não compensa recuperar certas dívidas, se o meio utilizado for o judiciário.

 

Dito isso, é tarefa do gestor encontrar meios capazes de evitar ou reduzir os custos da sua empresa relacionados às perdas judiciais, associadas à recuperação de dívidas. Deseja saber como? Pois confira o nosso texto e fique atento para as nossas orientações.

 

Conheça algumas alternativas contra as perdas judiciais

 

Perdas judiciais, ou custas judiciais, são inevitáveis, a partir do momento em que a sua empresa busca o judiciário para realizar a cobrança de uma dívida. Por isso, a primeira coisa que você precisa fazer para fugir delas é compreender que existem alternativas ao judiciário.

 

Caso você ainda não tenha utilizado alguma dessas alternativas, temos uma boa notícia para lhe dar: apresentar o caso a um juiz não é a única maneira existente capaz de recuperar dívidas dos seus clientes com a sua empresa. Há, pelo menos, cinco principais alternativas:

 

Mediação;

– Conciliação;

– Negociação;

– Acordos;

Não é nossa intenção abordar todos neste artigo, porém, iremos explicar alguns deles para que você entenda as particularidades de cada um, isto é, que eles não significam “a mesma coisa”.

 

Conciliação

 

A conciliação é uma das formas alternativas de resolução de conflitos, onde as duas partes recebem o auxílio de um terceiro, o conciliador.

 

O papel do conciliador é facilitar o diálogo entre as partes, entretanto, ele também poderá participar ativamente no desfecho da negociação, ao propor soluções para a resolução do problema.

 

Negociação

 

Na negociação, as partes se reúnem sem que haja a presença de um mediador, ou seja, o objetivo de ambos os pólos da relação é tentar chegar a um acordo, sozinhas e em comum acordo.

 

Os acordos

Os acordos são bem similares à negociação, no sentido de que neles não há a participação ou o envolvimento de terceiro mediando durante a resolução do conflito. Apesar disso, eles ocorrem com a participação direta dos advogados de ambas as partes.

 

Quando cada alternativa pode ser aplicada

 

Não basta conhecermos as alternativas capazes de reduzir os custos com perdas judiciais. É preciso analisar em qual situação cada uma deve ser aplicada e quando uma é mais indicada do que a outra para ser utilizada.

 

Desta forma, é possível garantir que a sua empresa obtenha o melhor resultado possível, mesmo em casos os quais seja difícil evitar o Judiciário.

 

Antes de mais nada, você deve identificar que as principais diferenças entre as diferentes formas de resolução de conflitos se refletem na sua aplicabilidade prática. Vamos exemplificar utilizando os mesmos meios do item anterior:

 

– Conciliação: é a mais indicada para a resolução de conflitos que sejam pontuais e circunstanciais, quando a relação entre as partes não apresenta estar em risco. A presença do terceiro, inclusive, agiliza o processo em direção a chegada de uma solução final;

– Negociação: é a mais indicada quando há confiança mútua entre ambas as partes, que se mostram comprometidas em chegar a uma solução ganha-ganha. Como não há outros participantes interferindo na situação, essa torna-se a única forma dessa fórmula de resolução de conflitos dar certo;

– Os acordos: são mais indicados quando a complexidade do problema exige o suporte direto dos advogados ou quando não há condições das partes negociarem diretamente de maneira autônoma, em comum acordo (por exemplo, quando a relação entre elas já se encontra bastante prejudicada).

 

Reconheça quando essas alternativas não devem ser aplicadas

 

A preocupação com as perdas judiciais não pode, de maneira alguma, prejudicar seu julgamento. Não adianta querer aplicar todos os meios alternativos em um mesmo caso. Embora eles sejam de grande valor, há conflitos que eles não são capazes de dar solução.

 

Imagine, por exemplo, um cliente que sempre foge de qualquer tentativas de contato feita pela sua empresa, ou seja, que não demonstra interesse em  ser colaborativo em busca de uma solução.

 

Será que a conciliação, a negociação ou até os acordos entre advogados devem ser as alternativas para serem empregadas? A resposta, como você deve imaginar, é não.

 

Os meios alternativos para a resolução de conflitos pressupõem que haja participação voluntária das duas partes, caso isso não ocorra, eles se tornam inviáveis. Em casos como este, a via judicial acaba sendo a alternativa mais viável e efetiva.

 

Defenda essas alternativas com bons argumentos

 

Um dos motivos básicos, pelos quais nem todas as empresas pocuram adotar soluções alternativas para a cobrança de dívidas, é que elas são incapazes de perceber as vantagens que elas oferecem.

 

Por isso, se você quiser implementá-las, precisa defendê-las expondo bons argumentos, frente aos outros gestores da sua empresa.

 

Cada uma das soluções trará benefícios específicos. Como por exemplo, a mediação é ideal para preservar o relacionamento entre as partes após a resolução do conflito. Já os acordos entre advogados possuem um alto grau de precisão legal.

 

E quanto às vantagens gerais? Em primeiro lugar, temos a economia. É verdade que os meios alternativos têm seu custo, porém, considerando todas as perdas judiciais, os gastos e os prejuízos envolvidos quando você opta por resolver o problema recorrendo à Justiça, esse valor supera em muito o investimento necessário caso adotássemos um dos meios alternativos.

 

Outra vantagem fundamental é que esses meios são mais ágeis do que um processo comum, apresentando alta efetividade. Em outras palavras, além de obter rapidamente uma solução, sua empresa pode confiar que tanto a decisão tomada, quanto as promessas da outra parte serão cumpridas.

 

Vale a pena dizer que não se trata apenas da defesa dos meios alternativos de resolução de conflitos dentro da sua empresa, mas também de mostrar as vantagens de cada um deles para os seus clientes. Afinal, a adesão deles também é indispensável.

 

Pode ficar tranquilo, assim como eles permitem que sua empresa consiga reduzir os custos com perdas judiciais, eles também figuram como sendo uma opção mais benéfica para  que os clientes inadimplentes venham a resolver suas pendências financeiras, de uma forma bem menos traumática.

 

Assim, ao optar por adotar meios de resolução de conflitos tais como a conciliação, negociação, os acordos ou qualquer outra opção, os dois lados sempre sairão ganhando.

 

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